Colegas do PHS; Convidado a responder à atual enquete no novo site do PHS — Você vê com bons olhos o PHS lançar candidato a Presidente em 2010? Responda e comente! —, respondi SIM. 

 "Mais do que bons, VEJO COM EXCELENTES OLHOS UMA CANDIDATURA PRÓPRIA DO PARTIDO À PRESIDÊNCIA EM 2010. Na política não existe espaço vazio. Alguém certamente o ocupará. E quem tem historicamente ocupado esse espaço, guardadas as exceções, tem sido os de sempre, os (maus) profissionais da política, espalhados, diria, na grande maioria dos partidos políticos. Acredito que o PHS não abrigue esses profissionais. Mais do que isso, ACREDITO QUE O PHS TENHA UMA MISSÃO NA POLÍTICA NACIONAL, não por retórica barata ou por um capricho qualquer, e sim porque creio seja potencial representante e parteiro de um NOVO TEMPO que quer nascer mas que, motivado pelas atuais circunstâncias políticas, não consegue. Não se trata aqui de defender projetos políticos exclusivistas ou messiânicos. Muito longe disso! MAS DA NECESSIDADE DE O PHS ASSUMIR SEU PROTAGONISMO NA REALIDADE POLÍTICA NACIONAL. E que novo tempo seria esse? Essencialmente, um tempo caracterizado pela garantia plena dos direitos humanos para todos, pela sustentabilidade social e ambiental e pela primazia da ética e da solidariedade. Não nos iludamos: ninguém “de fora” haverá de convocar o PHS para tão desafiante e nobre missão política. SOMOS NÓS, E SOMENTE NÓS, OS INTEGRANTES DO PARTIDO, OS PERSONAGENS A CONSTRUIR COLETIVAMENTE UM PROJETO DE CANDIDATURA PRÓPRIA À PRESIDÊNCIA. Só para efeito de nossa lembrança, o PHS é por muitos tachado, além de adesista, de mais um “partido do atraso”. Quem já não ouviu ou leu a seguinte indagação, vinda de altos políticos e renomados cientistas políticos? “PSDB ou PT: quem liderará o atraso?”. Ou seja, “qual destes dois partidos liderará todos os outros partidos políticos, já que são ou corruptos, ou fisiológicos, ou adesistas, ou inexpressivos politicamente, ou tudo ao mesmo tempo?” (como se aqueles dois partidos fossem exemplos de conduta política…). É análise quase comum. De nossa parte, até quando vamos dar guarida a interpretações dessa natureza? A verdade é que vivemos um “bipartidarismo de fato”, tal como asseverou dia desses o jornalista Josias de Souza. PROVOCO OS DIRIGENTES E COMPANHEIROS DO PHS PARA QUE TENHAMOS UM POUCO MAIS DE AMBIÇÃO. A boa ambição, que vê a política como instrumento de realização de determinados ideais. Colegas de partido, enfatizando: É PRECISO QUE O PHS SE APRESENTE AO ELEITORADO POLÍTICO NACIONAL, com o oferecimento de uma proposta consistente, honesta, de boa-fé. E aqui uma licença para o pragmatismo: NEM QUE SEJA PARA MARCAR POSIÇÃO E DIZER QUE EXISTIMOS. Sim, sem dúvida, a realização desse projeto, tal como requerido acima, é difícil, muito difícil, mas não impossível. Não tenho a resposta para tamanho desafio, mas ousaria lançar algumas opiniões: 1) Qual o programa? Ele, a meu ver, precisaria ser atualizado, se não mediante seminários presenciais, mediante fóruns virtuais e congêneres, entre outros métodos; 2) Como competir sem recursos pecuniários? Indagaria: garantida uma estrutura mínima de coordenação de campanha, o tempo gratuito de televisão, ainda que muito limitado, já não seria o mínimo suficiente para o PHS apresentar a essência de sua proposta (nem que seja apenas os fundamentos da doutrina humanista-solidarista) bem como seu candidato ou sua candidata? Não se trataria de um novo Enéas, é claro, mas de uma oportunidade ímpar de o PHS se apresentar de maneira séria ao eleitorado nacional. Quanto ao dinheiro propriamente dito, penso que não se deva condicionar sua existência ou não à realização do presente projeto de candidatura própria, em face justamente do propósito específico que se almeja com tal candidatura nas atuais circunstâncias; 3) Qual seria o candidato ou candidata do partido? Aqui, acho que sinceramente é o item menos complicado de se resolver. Nada mais, nada menos, o candidato seria aquele (ou aquela) mais preparado(a) para representar o projeto PHS Presidente. O que mais importa não é o nome, mas antes a capacidade de representar a proposta, o preparo individual, o comprometimento estrito com o partido. Que a candidatura própria se torne realidade! Abraços, Felipe Varella (DF)"

Resposta Plebiscito Felipe Varela

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